Hoje eu quero falar sobre a morte. A aula inteira eu fiquei pensando em alguma coisa pra escrever aqui, então resolvi escreer sobre uma coisa simples de falar. A morte. Antes de falar sobre a morte, só quero anunciar que quarta-feira nós (leia-se: eu e o meu grupo), vamos ganhar no Magnum Movie Awards o prêmio de melhor filme. Pelo menos eu espero. Mas isso não é sobre o que eu quero falar, portanto vamos ao assunto principal: morte. Assusta todo mundo, isso eu sei. A morte, é tão estranha quanto a vida, se você parar pra pensar. Aliás, é bem mais estranha que a vida. Ninguém sabe daonde a gente veio, nem pra onde a gente vai. A vida inteira a gente cria objetivos a serem realizados, metas e coisas que, certamente nunca vamos cumprir. Qual o propósito então? De batalhar todos os dias? Aposto que muita gente já se perguntou várias vezes qual o propósito desse mundo, qual é o seu propósito aqui. O propósito, venhamos e convenhamos, é ser o mais feliz possível, afinal a vida é linda, e é só uma, de acordo com os cientistas. A gente tem que aproveitar cada minuto que a gente tem. Às vezes eu me pego perguntando se eu aproveito bem o meu tempo, porque eu acho que eu poderia estar fazendo alguma coisa mais útil que ficar escrevendo aqui. Voltando ao assunto principal novamente, eu prefiro encarar a morte como o Maurício de Souza encara. A Dona Morte, como nas revistinhas da Mônica. Ela é simpática, e nos leva para o céu, ou seja lá pra onde for. Sinceramente, eu não acho que exista essa coisa de inferno, e céu, ou seja lá o que for. Eu acho que todo mundo vira luz, sei lá. Bom, voltando a frase de cima, eu prefiro pensar na morte como uma velha simpática que vai vir me buscar de moto, ou a pé, ou de qualquer coisa. É bem melhor pensar assim, eu acho, que ficar se martelando achando que daqui a duas horas eu posso morrer. A morte é uma coisa inevitável, mas, se for pensar, não é tão triste quanto aparenta. William Shakespeare, no ápice de um de seus textos, disse apenas: Ele morre. É simples, é só... Ele morre. Todos nós morremos, não vale a pena ficar batendo em ponta de faca. Eu não quero morrer, e aposto que muita gente não quer (a não ser aquele povo maluco que mora no Iraque ou sei lá onde, os chamados 'homens-bomba'). Mas, como eu já disse, é inevitavel e é melhor aceitar. Enquanto eu não sei como é morrer, prefiro aceitar a idéia de que uma velinha bondosa vai vir na minha casa me buscar, pra me levar pro paraíso.

 

Beijos, B.



Postado por: baarbara. às 15h12
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